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tecnologia tem transformado a vida dos usuários de aparelhos auditivos, e agora surgiu mais uma novidade. Já imaginou realizar junto com sua fonoaudióloga qualquer ajuste em seus aparelhos auditivos sem sair de casa, de forma rápida, prática e eficiente? Pois saiba que isso já é realidade! A partir de agora os usuários dos aparelhos auditivos Marvel, a nova geração da Phonak, contam com o acesso remoto. Tudo para proporcionar a melhor experiência auditiva possível.

Para ter o acesso remoto e permitir ao seu fonoaudiólogo fazer os ajustes no seu aparelho auditivo é só baixar no seu celular o aplicativo My Phonak, compatível com os sistemas operacionais Android e iOs. Através da conexão Bluetooth, você faz uma chamada para seu fonoaudiólogo e o profissional faz todos os ajustes necessários em seu aparelho auditivo em tempo real. O acesso remoto é muito simples e prático e não requer conhecimento de tecnologia.

Mas certamente você deve estar se perguntando: quais os ajustes do aparelho auditivo podem ser feitos por meio do acesso remoto? Praticamente todos! Você pode, por exemplo, ajustar o volume do aparelho auditivo ou solucionar qualquer desconforto. Entre eles se o som estiver estridente ou a dificuldade de ouvir a fala em ambientes barulhentos. Fale com a nossa equipe e usufrua dessa funcionalidade incrível.

Faça um teste com o Marvel!

app-marvelO que não faltam são motivos para você experimentar o aparelho auditivo Phonak Marvel. Desenvolvido com tecnologia de ponta, o dispositivo traz uma verdadeira revolução tecnológica para melhorar ainda mais a experiência auditiva dos usuários. Entre as novidades estão bateria recarregável com maior velocidade e duração da carga e transmissão de streaming de áudio de alta qualidade para qualquer TV e sistemas de som estéreo. Tudo isso com excelente qualidade sonora.

O Marvel é o único aparelho auditivo do mercado que faz conexão direta com qualquer tipo de smartphone, seja Android, iOs ou a outros dispositivos com protocolo Bluetooth para transmitir qualquer tipo de áudio. E mais. É a primeira linha de produtos que alia a tecnologia de bateria recarregável com a conexão direta. O aparelho conta com o AirStream, tecnologia para a transmissão de streaming de áudio de alta qualidade para qualquer TV e sistemas de som estéreo.

Outra razão para se apaixonar pelo Marvel é a nova tecnologia recarregável. Os aparelhos contam com maior velocidade para carregar e maior duração da carga. E não é só isso. Os aparelhos auditivos ligam automaticamente quando são retirados do carregador e desligam também de modo automático quando são conectados para carregar, facilitando o manuseio e transformando a recarga numa atividade extremamente simples.

Roger Direct

MARVEL-siteOutra grande novidade é que os aparelhos auditivos Marvel possuem o RogerDirect, permitindo que os microfones Roger estejam conectados diretamente aos aparelhos auditivos, sem a necessidade de um receptor externo. Com essa inovação exclusiva, o usuário participa plenamente de conversas, mesmo em ambientes muito barulhentos, como restaurantes, reuniões no trabalho e atividades escolares.

O microfone sem fio envia os sons diretamente ao receptor conectado no ouvido do usuário. Desta forma, o usuário fala diretamente em seus ouvidos, sem a interferência de ruído de fundo, facilitando a compreensão dos sons. Agora, com a tecnologia Marvel o dia-dia daqueles que utilizam o Roger ficará muito mais fácil e prático.

Onde encontrar

Você encontra os aparelhos auditivos Marvel na AUDISTORE Aparelhos Auditivos, revendedora oficial da Phonak no estado do Maranhão e Piauí.

É importante lembrar que estamos funcionando normalmente. Os cuidados com a higienização foram redobrados em todas as unidades. Além disso, nossos colaboradores utilizam todos os equipamentos de segurança durante os atendimentos, como luvas cirúrgicas, máscaras, óculos de proteção, propé e toucas higiênicas.

Os atendimentos são feitos somente com horário marcado e com intervalo espaçado entre um paciente e outro. Tudo para evitar que os pacientes fiquem aguardando na recepção e tenham contato próximo com outras pessoas. O intervalo ainda é necessário para que a desinfecção da sala seja realizada. Agende uma visita a uma de nossas unidades. Afinal, a audição não pode esperar!

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Treinamento auditivo é fundamental para promover compreensão da fala, recuperar sons perdidos e devolver qualidade de vida para usuários de dispositivos auditivos.

O treinamento auditivo é um conjunto de condições e tarefas acústicas que ajuda a ativar o sistema auditivo e sistemas relacionados. Esse treinamento é recomendado para pessoas com perda auditiva que fazem uso de aparelho auditivo ou de implante coclear.

Os aparelhos auditivos comuns e os implantes cocleares são as principais formas de tratamento da perda auditiva, e cada um atua de uma forma diferente para restabelecer a audição.

Independentemente do tipo de tecnologia usada, é comum que as pessoas apresentem estranheza ou dificuldade inicial, tornando-se necessário recorrer ao treinamento auditivo.

Acompanhe o texto para saber mais sobre esse tratamento.

Audição e Processamento auditivo

Atualmente, existem aparelhos auditivos de diversos modelos, inclusive à prova d’água, permitindo ao usuário levar uma vida totalmente normal. Além disso, tanto planos de saúde quanto o SUS custeiam o procedimento de implante coclear.

O som, para ser ouvido, deve primeiro passar pelas estruturas da orelha interna e seguir para o cérebro, onde será compreendido. A parte cerebral da audição é o processamento auditivo, que envolve, dentre outras, as habilidades de discriminação de sons agudos e graves; a capacidade de localizar e memorizar sons e de entender sons específicos em ambientes ruidosos.

A deficiência auditiva, portanto, pode decorrer tanto de problemas na condução do estímulo sonoro ao cérebro, quanto na interpretação desse estímulo a nível cerebral.

O uso de aparelhos auditivos e implantes permite que as pessoas com perda auditiva possam voltar a escutar. O que acontece é que, muitas vezes, inicialmente os sons parecem alterados e até um pouco incômodos, estridentes, finos ou mesmo abafados, demandando a adoção de técnicas de adaptação.

Treinamento auditivo

O treinamento auditivo assemelha-se a uma fisioterapia. É utilizado para tornar o uso de dispositivos auditivos o mais cômodo possível e baseia-se na neuro plasticidade do cérebro, que é a capacidade de se adaptar mediante estímulos intensos. É uma técnica de reabilitação auditiva, que tem o objetivo principal de melhorar a compreensão da fala e as sensações sonoras.

Inclui exercícios que estimulam as principais habilidades auditivas e cuja repetição é capaz de criar alterações cerebrais, resultando no aumento e fortalecimento das redes neurais responsáveis pelo processamento auditivo.

O fonoaudiólogo é o profissional responsável pelo treinamento, realizado por meio de recursos como softwares especializados e cabine acústica. Ele escolhe os tipos de exercícios conforme as habilidades auditivas que o paciente apresenta.

Importância do treinamento auditivo

É muito importante, especialmente, que pessoas com problemas de adaptação no uso de dispositivos para audição procurem um especialista para iniciar o treinamento auditivo.

Os principais benefícios do treinamento são:

  • aumento da capacidade e compreensão da fala, mesmo em ambientes ruidosos;
  • estímulo à participação em atividades sociais (já que se sentem confiantes para se comunicar);
  • melhoria no desempenho acadêmico de crianças e adolescentes;
  • melhoria geral da qualidade de vida.

Após o término do treinamento, as queixas dos usuários de aparelhos auditivos e implantes cocleares têm diminuído significativamente, o que é resultado da melhor adaptação proporcionada pelo tratamento.

Quer saber mais sobre tratamentos auditivos? Então visite o nosso site e conheça os nossos produtos

 

Fonte: http://abcomvoce.com.br/por-que-o-treinamento-auditivo-e-importante/

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perda auditiva é um problema de saúde que pode ocorrer em todas as idades e afetar consideravelmente a qualidade de vida da pessoa, pois impacta sua comunicação como um todo. Buscar tratamentos auditivos é essencial para que se possa restabelecer a confiança e garantir uma vida normal para quem sofre desse problema.

Hoje, existem diferentes tratamentos indicados para cada tipo e grau de perda auditiva. O profissional especialista em saúde auditiva avalia cada caso e indica o melhor tratamento.

No post de hoje, falaremos um pouco mais sobre os principais tratamentos auditivos. Acompanhe!

1. Aparelho auditivo

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O aparelho auditivo é um dispositivo eletrônico que amplifica as ondas sonoras. Ele é indicado para as pessoas que apresentam perda auditiva, mas ainda possuem audição natural residual.

É formado por três partes: microfone, amplificador e receptor. O som ambiente é captado pelo microfone, que o transforma em ondas elétricas e transmite para o amplificador. O amplificador aumenta a potência dos sinais e os envia para o ouvido pelo receptor.

 

2. Implante de ouvido médio

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O implante de ouvido médio capta o som e o transforma em vibrações mecânicas, diferente do aparelho que só amplifica o som. Ele é indicado para pessoas que não se adaptaram ou não podem usar o aparelho auditivo e pode ser utilizado em diferentes tipos de perda de audição.

Um microfone capta o som e o converte em sinais elétricos, que são transmitidos pela pele até o implante. Ele envia os sinais para uma parte chamada transdutor de massa flutuante, que estimula uma estrutura do ouvido médio, fazendo com que ela vibre. As vibrações conduzem o som que será percebido pelo cérebro.

3. Implante auditivo de condução óssea

baha desenho de estimulaçãoO implante auditivo de condução óssea utiliza a capacidade do corpo de transferir sons através dos ossos. Ele tem a capacidade de desviar o som da parte danificada do ouvido externo ou médio, enviando diretamente para o ouvido interno.

É formado por um implante de titânio colocado atrás da orelha, um conector sobre a pele e um processador de som encaixado no conector. O processador de som do implante capta os sons e os converte em vibrações, que são transmitidas para o ouvido interno por meio dos ossos do crânio.

 

4. Implante coclear

implante coclear, também conhecido como ouvido biônico, é indicado nos casos de surdez severa à profunda com danos ao ouvido interno e que não se beneficiam do aparelho auditivo. Ele desvia das partes danificadas e envia as informações sonoras como sinais elétricos diretamente ao nervo auditivo, que não está danificado na maioria dos casos.1490653271978

Pode ser utilizado junto a um aparelho auditivo para pessoas que possuem perda auditiva moderada para algumas frequências e severa para outras.

O ouvido biônico substitui as funções das células do ouvido interno, recriando as sensações sonoras. A parte externa do implante é formada por processador, antena e microfone, que captam os sons ambiente. Ela é conectada à parte interna, receptor e arranjo de eletrodos posicionados dentro da cóclea, que recebem os sinais elétricos e estimulam o nervo auditivo.

Como ele imita as funções do ouvido, melhora consideravelmente os níveis de audição.

O avanço dos tratamentos auditivos beneficia as pessoas com perdas auditivas de todos os tipos ou graus, permitindo uma melhor qualidade de vida e volta à normalidade de suas atividades.

E você, está em busca de mais informações sobre tratamentos auditivos? Então aproveite para visitar nosso site e conhecer nossos produtos com tecnologia auditiva de ponta!

Fonte:http://abcomvoce.com.br/conheca-os-4-principais-tratamentos-auditivos/

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Quando o tímpano está perfurado a pessoa sente dor de ouvido, coceira no ouvido, fica com a audição diminuída e pode apresentar sangramento pelo ouvido. Normalmente uma perfuração pequena cura sozinha, mas nas maiores pode ser preciso usar antibióticos, e quando isso não é suficiente pode ser preciso cirurgia.

O tímpano, também chamado de membrana timpânica, é uma fina película que separa o ouvido interno do externo. Ele é importante para a audição e quando encontra-se perfurado, a capacidade auditiva da pessoa diminui.

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Tímpano pode ser perfurado durante viagem de avião.

Sintomas de perfuração do tímpano

Os sinais e sintomas que podem indicar que a membrana do tímpano encontra-se perfurada são:

  • Intensa dor de ouvido que surge de repente;
  • Coceira no ouvido;
  • Saída de sangue pelo ouvido;
  • Secreção amarela no ouvido devido a presença de vírus ou bactérias;
  • Diminuição da audição;
  • Zumbido no ouvido;
  • Pode haver tontura ou vertigem.

Geralmente, a perfuração do tímpano cura sozinha sem necessidade de tratamento e sem complicações como a perda total da audição mas, em todo caso, deve-se ir ao pronto-socorro para que o médico use um otoscópio possa visualizar a região interna do ouvido e se certificar do diagnóstico.

O que fazer?

É indicado ir ao médico se suspeitar de que perfurou o tímpano, principalmente se estiver com secreção ou sangramento, e sempre que apresentar diminuição da audição ou surdez de um ouvido.

O que causa perfuração no tímpano ?

A causa mais comum de perfuração no tímpano é a infecção de ouvido, também conhecida como otite média ou externa; mas isso também pode acontecer ao introduzir objetos no ouvido, o que afeta especialmente bebês e crianças; pelo uso indevido do cotonete, num acidente, explosão, mergulho no mar, ou durante uma viagem de avião, por exemplo.

Tratamento para tímpano perfurado

As pequenas perfurações do tímpano geralmente voltam ao normal em algumas semanas, mas pode demorar até 2 meses para regenerar completamente. Durante esse período é necessário usar um pedacinho de algodão dentro do ouvido sempre que for tomar banho, não assoar o nariz, e não frequentar a praia ou a piscina para não correr o risco de entrar água no ouvido porque isso pode infeccionar. A lavagem do ouvido está totalmente contraindicada enquanto a lesão não estiver devidamente cicatrizada.

Nem sempre a perfuração timpânica precisa de tratamento específico, mas quando há sinais de infecção de ouvido ou quando a membrana se rompeu completamente, o médico pode indicar, por exemplo, o uso de antibióticos como neomicina ou polimixina com corticoide em forma de gotas para pingar no ouvido afetado, mas também pode indicar o uso de antibióticos em forma de comprimidos ou xaropes como amoxicilina, amoxicilina + clavulanato e cloranfenicol.

Otorrinolaringologista

 Quando a cirurgia é indicada?

A cirurgia para corrigir o tímpano perfurado geralmente é indicada quando a membrana não se regenera completamente após 2 meses do rompimento. Nesse caso deve haver persistência dos sintomas e a pessoa, volta ao médico para uma nova avaliação.

A cirurgia também é indicada se a além da perfuração a pessoa apresentar fratura ou comprometimento dos ossos que formam o ouvido, sendo que isso é mais comum quando há um acidente ou um traumatismo craniano, por exemplo.

A cirurgia pode ser feita sob anestesia geral e pode ser feita colocando um enxerto, que é um pedacinho da pele de outra região do corpo, e colocar no lugar do tímpano. Após a cirurgia a pessoa deve descansar, usar o curativo durante 8 dias, retirando-o no consultório. Não é recomendado fazer exercícios nos primeiros 15 dias e não é recomendado viajar de avião durante 2 meses.

Quanto tempo demora para curar?

A perfuração do tímpano pode demorar até 2 meses para curar, sendo que as pequenas perfurações curam-se sozinhas, sem necessidade de tratamento. No caso de perfuração com sinais de infecção o médico pode recomendar o uso de antibióticos para pingar no ouvido ou para tomar, e dentro de 8 a 10 dias a infecção pode ser solucionada.

Fonte:https://www.tuasaude.com/timpano-perfurado/

Chronic Snoring

Ela ficou famosa por provocar roncos, mas faz muito mais do que isso. Das causas aos sintomas, conheça esse problema e os aparelhos que o combatem.

A apneia do sono é caracterizada por ruídos e interrupções na respiração que se repetem, no mínimo, cinco vezes num período de 60 minutos. Não se trata de um simples ronco. Na apneia, a barulheira noturna é entrecortada por engasgos — e o duro é que muitas vezes o indivíduo nem os percebe enquanto dorme. Essas pequenas pausas na entrada de ar chegam a diminuir a concentração de oxigênio no sangue.

É daí que derivam as consequências mais sérias do distúrbio. A redução de oxigênio superativa o sistema nervoso, que eleva o ritmo dos batimentos cardíacos e estimula a contração dos vasos sanguíneos. E, com o tempo, isso se perpetua ao longo do dia. Daí o fato de a apneia do sono ser considerado um fator de risco para pressão alta e arritmia cardíaca.

Além disso, o quadro favorece o acúmulo de gordura abdominal e a resistência à insulina (hormônio que permite à glicose entrar nas células e gerar energia), condições que contribuem para o surgimento do diabete tipo 2.

A apneia obstrutiva do sono é a versão mais comum da doença. Nesses casos, o ar para de fluir para as vias aéreas em função de um bloqueio temporário causado pelo relaxamento dos músculos da garganta — questões anatômicas interferem aqui. Em crianças, o problema pode estar relacionado ao aumento das adenoides, glândulas localizadas no nariz, ou das amígdalas, estruturas que ficam na entrada da faringe. A apneia central do sono, por sua vez, é um tipo mais raro, ocasionado por uma alteração na região do cérebro que controla a respiração.

Sinais e sintomas

– Ronco
– Respiração ofegante
– Sensação de sufocamento ao dormir
– Sono agitado
– Sonolência ao longo do dia
– Dificuldade de concentração
– Dor de cabeça matinal

Fatores de risco

– Excesso de peso
– Maxilar inferior encurtado, o que empurra a língua muito para trás, tapando a garganta
– Tabagismo
– Álcool em excesso
– Uso exagerado ou equivocado de sedativos
– Aumento das amígdalas e adenoides
– Dormir de barriga para cima
– Tumores

A prevenção

Como o excesso de peso é um dos principais desencadeadores da apneia, um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e exercício físico, é essencial para se ver livre do problema.

Os fumantes devem fazer um esforço extra e deixar o cigarro de lado, uma vez que o hábito costuma agravar bastante a condição. Recomenda-se também maneirar nas doses de bebida alcoólica, que em excesso interfere no ciclo do sono e no relaxamento da musculatura da garganta e se transforma em gatilho para o distúrbio.

O diagnóstico

Opolissonografia-exame-do-sono-1400x1084 relato de sono agitado e ruidoso é o ponto de partida para a detecção da apneia — e, nesse sentido, a avaliação do parceiro (ou parceira) é muito bem-vinda. A confirmação e a análise da gravidade do distúrbio são feitas por meio de um exame chamado polissonografia.

Ele é realizado em um laboratório do sono de um hospital ou clínica especializada. O paciente passa a noite ligado a um aparelho que registra parâmetros como os batimentos cardíacos, a atividade cerebral, o movimento dos olhos, a respiração e o nível de oxigênio no sangue.

Também é possível fazer esse monitoramento com um dispositivo portátil, do tamanho de um relógio, que fica preso ao pulso e em dois dedos da mão. Colocado na hora de dormir, ele assinala as condições de sono. Depois, o aparelho é levado para o médico, que analisa os resultados na tela do computador.

O tratamento

Conhecer a origAirSense-10-CPAP-3em do distúrbio é fundamental para o especialista determinar as medidas de controle. Se a pessoa for obesa, a recomendação inicial é a perda de peso, associada a exercícios fonoaudiológicos para tonificar os músculos da garganta.

Apneias mais leves, em geral provocadas pelo hábito de respirar pela boca, costumam ser tratadas com dilatadores de narinas.
Para quem tem mandíbula curta, aparelhos ortodônticos feitos sob medida projetam a ossatura ou abaixam a língua, facilitando a passagem de ar.

Uma das formas mais eficazes para resolver as pausas na respiração durante o sono é o uso de um mecanismo chamado CPAP — sigla para pressão positiva contínua nas vias aéreas, em inglês. Como o nome sugere, trata-se de uma máscara que cobre o nariz e a boca e joga o ar para as vias respiratórias. O CPAP é considerado o padrão-ouro no tratamento da apneia do sono. Quando a razão do problema é uma incorreção anatômica — na arquitetura da face ou nas amígdalas, por exemplo — indicam-se cirurgias.

Conheça mais sobre o CPAP para tratamento da apneia do sono, acesse: http://www.audistore.com.br/site/service/cpap-resmed/

 

Fonte: https://saude.abril.com.br/medicina/apneia-do-sono-o-que-e-como-tratar-e-como-prevenir/

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O que é Infecção de ouvido?

Embora existam diferentes tipos de infecções no ouvido, a mais comum é chamada de otite média aguda, que implica na inflamação e infecção do ouvido médio – localizado atrás do tímpano. Trata-se de uma infecção dolorosa, causada por vírus ou bactéria, que atinge mais crianças.

Causas

Uma infecção no ouvido é causada por bactérias ou vírus presentes na orelha média do indivíduo. É comum esse tipo de inflamação surgir como um sintoma de outras doenças, como gripe ou alergias, mas outras causas podem acarretar no aparecimento dos sintomas.

Uma dessas causas é a obstrução da tuba auditiva que sai do ouvido médio e chega até a parte posterior da garganta, responsável pela drenagem do líquido produzido normalmente pelo ouvido médio. Se esse tubo for for bloqueado, o líquido se acumulará, gerando também o acúmulo de bactérias ou vírus na região, causando, assim, a infecção. Inflamações de ouvido são comuns em bebês e crianças justamente porque a tuba auditiva pode ficar congestionada facilmente.

Da mesma forma, inflamação nas adenoides também pode causar otite média aguda. Adenoides são pequenas peças de tecido localizadas na parte de trás do nariz, muito próximos à tuba auditiva. Inflamação ou alargamento das adenoides podem obstruir a tuba também e, consequentemente, causar otite.

Infecção no ouvido também pode ser causada por efusão. É exatamente igual à inflamação de comum, em que ocorre acúmulo de fluidos no ouvido médio, só que sem a infecção por bactéria ou vírus. Esse tipo de inflamação pode ocorrer porque, mesmo após a otite estar sanada, o acúmulo de líquidos ainda persiste, causando mais uma vez a infecção.

Fatores de risco

Alguns fatores de risco podem aumentar as chances de uma pessoa desenvolver infecções no ouvido. Confira:

  • Idade: crianças entre seis meses e dois anos tendem a ser mais suscetíveis a esse tipo de inflamação, porque, nessa idade, a tuba auditiva ainda está muito pequena e o sistema imunológico muito pouco desenvolvido.
  • Aglomerações: frequentar locais com muitas pessoas aumenta a possibilidade de infecções no ouvido, porque as chances de pegar gripes e resfriados também aumentam consideravelmente.
  • Mamadeira: crianças que ingerem leite por meio de mamadeira, quando estão deitadas, tendem a ter mais inflamações de ouvido do que crianças que são amamentadas pelas mães.
  • Estações mais frias: no outono e no inverno, a incidência de infecções de ouvido aumenta em relação às outras estações do ano. São nesses períodos gelados que gripes e resfriados são mais comuns.
  • Má qualidade do ar: ficar exposto à fumaça do cigarro e a um ar de má qualidade, com muita poluição, também pode aumentar os riscos de inflamação.

Sintomas de Infecção de ouvido

Os sintomas da otite média aguda variam conforme a idade do indivíduo.

Em crianças, por exemplo, os sinais mais comum de inflamação são:

  • Dor de ouvido
  • Empurrar e puxar a orelha
  • Dificuldade para dormir
  • Chorar mais do que o normal
  • Irritabilidade
  • Dificuldade para ouvir e responder a sons
  • Perda de equilíbrio
  • Febre alta
  • Drenagem de fluidos pelo canal do ouvido
  • Dor de cabeça
  • Perda de apetite

    Já em adultos:

  • Dor de ouvido
  • Drenagem de fluidos pelo canal do ouvido
  • Diminuição da audição
  • Buscando ajuda médica

    Procure um especialista quando:

  • Os sintomas persistirem por mais de um dia
  • A dor nos ouvidos for muito intensa
  • Houver vazamento de fluidos, pus ou sangramento do ouvido

    Fique atento: se seu filho estiver muito irritável ou com problemas para dormir após uma gripe, marque uma consulta.

Diagnóstico de Infecção de ouvido

O diagnóstico de infecções no ouvido geralmente é feito baseado na descrição dos sintomas pelo exame clínico.

O médico poderá realizar o diagnóstico por meio de um instrumento chamado otoscópio, pelo qual ele poderá examinar o ouvido médio e avaliar quanto há de fluido.

Tratamento de Infecção de ouvido

Muitas das infecções de ouvido se resolvem com tratamento à base de antibióticos. No entanto, em alguns casos, a inflamação desaparece da mesma forma que surgiu: de repente. Nesses casos, o médico poderá optar por não prescrever nenhum tipo de medicamento. Em situações como essa, o melhor remédio é o tempo.

Em outros casos, o tratamento tem como objetivo amenizar a dor. O médico poderá recomendar uma compressa morna na região do ouvido e também alguns remédios que não exigem prescrição médica. Gotas otológicas, que funcionam da mesma forma que colírios para os olhos, também podem ser usadas no tratamento, desde que prescritas pelo médico.

Caso a otite média seja recorrente, o médico poderá optar por um procedimento de drenagem do líquido existente dentro do ouvido médio. Para isso, ele realizará um furo muito pequeno dentro da membrana do tímpano que possibilitará o vazamento de fluidos internos e poderá ser colocado um tubo de ventilação ou dreno.

Complicações possíveis

Grande parte das infecções de ouvido não causam complicações mais graves, mas a recorrência das inflamações pode acarretar em alguns problemas, como:

  • Audição prejudicada definitivamente. Em caso de inflamação, é comum que o paciente tenha dificuldade auditivas, mas quando passa a infecção o quadro se normaliza. No entanto, quando a inflamação é persistente, pode causar danos permanentes à audição da pessoa.
  • Infecção generalizada. Pode acontecer da inflamação sair do ouvido médio e se espalhar por tecidos próximos aos de origem, principalmente se o tratamento não surtir o efeito esperado.
  • Raramente, uma infecção mais grave pode se desenvolver, como mastoidite (uma infecção dos ossos ao redor do crânio) e meningite (uma infecção próxima ao cérebro).
  • Tímpano rompido ou perfurado
  • Infecções de ouvido crônicas e recorrentes
  • Formação de um abscesso ou tumor benigno (chamado de colesteatoma) causado por complicações de infecções de ouvido crônicas e recorrentes
  • Atraso no desenvolvimento da fala em crianças que sofrem de perda de audição duradoura causada por múltiplas infecções de ouvido recorrentes.

    Infecção de ouvido tem cura?

    As infecções de ouvido são tratáveis, mas podem voltar a ocorrer no futuro. Elas podem ser bastante dolorosas. Se forem receitados antibióticos para você ou seu filho, é importante terminar todo o medicamento conforme indicado.

    Prevenção

    Algumas medidas podem ser tomadas para evitar infecções de ouvido. Confira:

  • Prevenir resfriados e gripes é sempre um bom começo. Como? Lavando bem as mãos, alimentando-se bem e não dividindo talheres e copos com outras pessoas.
  • Evite colocar seu filho em creches com muitas crianças em uma só turma.
  • Evite o cigarro. Se você fuma, pare. Se você não fuma, mas convive com fumantes, evite ao máximo o contato com a fumaça.
  • Mulheres, o conselho é amamentar seus bebês por pelo menos seis meses . Retarde o uso de mamadeiras e chupetas ao máximo. Se não, coloque seu filho em posição ereta na hora de tomar mamadeira. Nunca mamar deitado.
  • Vacine-se. Converse com seu médico sobre possíveis vacinas para você e seu filho.

 

 

Referência:

http://www.minhavida.com.br/saude/temas/infeccao-de-ouvido

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Você já imaginou a sua vida sem ouvir nenhuma palavra? Vinte milhões de brasileiros têm alguma dificuldade para ouvir. Quanto mais cedo o problema for descoberto, maiores são as chances de cura. Para isso, o teste da orelhinha é fundamental. O que podemos fazer para evitar a perda auditiva? Veja tudo na série ‘Escuta Aqui’, do Bem Estar.

A surdez severa ou profunda – aquela em que a pessoa não ouve nada – atinge 300 mil pessoas em todo o país. As doenças infecto-contagiosas, como meningite e caxumba, e as doenças genéticas são as principais causas de problemas auditivos.

Mas a surdez também tem outras causas, como o envelhecimento. Segundo os médicos, normalmente, começamos a perder a audição a partir dos 42 anos de idade, em média. Só que nessa fase ainda não dá para perceber. Os primeiros sinais costumam aparecer entre os 50 e 60 anos. A partir daí, é comum a audição ficar comprometida.

O problema é que esse processo até então natural está mais acelerado. Com a exposição prolongada a sons muito altos, os brasileiros estão ficando surdos cada vez mais cedo. Segundo a Associação Brasileira de Otorrinolaringologia, ruídos com mais de 85 decibéis já trazem riscos.

A otorrinolaringologista Tanit Sanchez coordenou uma pesquisa com 170 crianças e adolescentes de um colégio de São Paulo, que vivem com fone de ouvido. As primeiras lesões, segundo o estudo, estão aparecendo na adolescência. “A presença de zumbido nos adolescentes é o sinal de que eles estão vulneráveis a ruídos e estão tendo uma lesão entre o ouvido e o nervo auditivo. Com o passar do tempo, mantendo os mesmos hábitos, é quase garantido que eles ficarão surdos”, explica.

O fone de ouvido deve ser usado com moderação. Use sempre em um volume baixo que permita ouvir o som externo, prefira os fones com isolamento acústico e não use o fone mais que duas horas seguidas.

Ouvir bem é fundamental para nos comunicarmos. Alguns hábitos podem ajudar a preservar a audição:

• Diminuir o volume

• Afastar-se da fonte sonora

• Usar protetor auricular

Veja os hábitos que afetam a audição:

• Uso das hastes flexíveis dentro do ouvido

• Uso prolongado de fone de ouvido com som alto

• Jejum prolongado

• Excesso de carboidrato

• Automedicação (Anti-inflamatório, antibiótico e estimulantes sexuais podem afetar os ouvidos)

Prevenção e diagnóstico

A prevenção e o diagnóstico devem ser feitos já nos primeiros dias de vida. Por isso a importância do teste da orelhinha, como explicou a fonoaudióloga Katya Freire. O caminho para evitar problemas é o diagnóstico precoce.

Já nas primeiras horas de vida, dá para saber se a criança tem alguma deficiência auditiva. Desde 2010, uma lei determina que hospitais e maternidades de todo o país façam de graça o teste. Um exame rápido e simples que mostra se o bebê está ouvindo direitinho. Ele dura, no máximo, cinco minutos e é feito no segundo ou terceiro dia de vida.

Outro exame importante é a audiometria, feita a partir dos quatro anos. O paciente coloca um fone de ouvido, que recebe estímulos sonoros em várias intensidades.

Implante coclear ou aparelho auditivo?

A primeira opção deve ser sempre o aparelho auditivo. O implante coclear só é indicado para quem sofre de surdez severa ou profunda nos dois ouvidos e não teve resultado com o uso do aparelho auditivo.

O implante coclear, também chamado de ouvido biônico, é formado por um chip e um fio de eletrodos. O dispositivo é implantado na cóclea, parte do ouvido responsável por receber sons. Do lado de fora, o microfone capta o som e transmite para o processador, que transforma os sons em impulsos elétricos. Esses impulsos estimulam as células auditivas e aí o cérebro perceber o estímulo como um som.

Quem faz o implante coclear enfrenta um desafio que costuma durar muitos anos: aprender a dar sentido às palavras, entender cada som que chega ao ouvido para desenvolver a fala e se comunicar. Por isso, mais do que ouvir é preciso saber escutar.

Já o aparelho auditivo substitui a função das células ciliadas lesadas que ficam na cóclea, amplificando o som baixo e protegendo do som alto. Quando o som chega no aparelho, ele é amplificado, jogado para as células ciliadas internas, segue para o nervo e chega no cérebro. O cérebro é quem ouve, não os ouvidos.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/mais-de-20-milhoes-de-brasileiros-tem-alguma-dificuldade-para-escutar.ghtml

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